mejor champu vegano

Melhor Champô Vegan: Como Escolher

Há algum tempo que pensa em trocar o seu champô de sempre por um mais natural, mais consciente, sem ingredientes que nem sabe pronunciar. Procurou "champô vegan" e surgiu-lhe uma lista interminável de opções com selos coloridos, alegações na embalagem e preços muito diferentes. E o mais provável é que tenha fechado o separador sem comprar nada, porque, afinal, como sabe qual é o realmente bom?

Na Alma Eko, selecionamos há muito tempo produtos de cuidado capilar com critério, e neste artigo contamos-lhe tudo o que aprendemos: o que realmente significa um champô ser vegan, que ingredientes são importantes e quais são os que escolhemos para a nossa loja e porquê.

O que significa que um champô seja vegan (e o que não significa)

Um champô vegan é aquele que não contém nenhum ingrediente de origem animal. Isto exclui coisas como queratina animal, seda hidrolisada, lanolina (que vem da lã de ovelha), glicerina de origem animal ou colagénio de peixe.

Mas aqui vem o importante: vegan não é sinónimo de natural, nem de bom para o seu cabelo, nem de respeitoso com o planeta. Um champô pode ser 100% vegan e conter igualmente sulfatos agressivos, silicones sintéticos, parabenos ou fragrâncias artificiais. O selo vegan apenas lhe diz de onde não vêm os ingredientes, não o que são esses ingredientes nem se o seu couro cabeludo vai ficar feliz com eles.

Por isso, quando procura um bom champô vegan, o selo é o ponto de partida, não o destino. O que realmente importa é ler a fórmula.

Que ingredientes procurar num champô verdadeiramente vegan

Não é preciso ser químico para entender se um champô é bom ou não. Com saber o que procurar e o que evitar, já ganhou muito.

O que é conveniente que contenha:

Tensioativos suaves de origem vegetal, como os derivados do coco (Sodium Cocoyl Isethionate, Cocamidopropyl Betaine). São eles que limpam o cabelo, e a diferença com os sulfatos agressivos é que o fazem sem remover a gordura natural do couro cabeludo nem irritá-lo com o uso continuado.

Óleos e manteigas vegetais que nutrem de verdade: óleo de argão, manteiga de karité, óleo de coco, óleo de abacate, manteiga de manga. Estes ingredientes são os que fazem a diferença entre um cabelo que sai limpo e um cabelo que sai limpo e brilhante. Especialmente importantes se o seu cabelo tende a ser seco, frisado ou danificado.

Extratos de plantas com propriedades específicas: a lavanda acalma o couro cabeludo e ajuda a fortalecer o folículo; a árvore do chá tem propriedades antissépticas e antifúngicas que são muito boas para a caspa ou o couro cabeludo com comichão; a calêndula é muito suave para os couros cabeludos mais reativos.

O que é conveniente evitar:

Sulfatos agressivos como o Sodium Lauryl Sulfate (SLS) ou o Sodium Laureth Sulfate (SLES). Fazem muita espuma, limpam muito, e precisamente por isso podem ressecar e irritar o couro cabeludo se usados dia após dia. A espuma abundante não é sinal de que o champô limpa melhor, é sinal de que contém um detergente potente.

Silicones, que reconhecerá porque os ingredientes terminam em -cone, -conol ou -xane (dimethicone, cyclomethicone...). Dão-lhe a sensação de cabelo suave e liso no momento, mas vão-se acumulando no cabelo e com o tempo tornam-no baço, pesado e fazem com que necessite de cada vez mais produto para conseguir o mesmo efeito.

Parabenos como conservantes (methylparaben, propylparaben, butylparaben). Estão a ser eliminados de muitas fórmulas naturais precisamente porque há questões em aberto sobre o seu comportamento no organismo.

Fragrâncias sintéticas, especialmente se tiver o couro cabeludo sensível ou reativo. A fragrância artificial é um dos alergénios cosméticos mais frequentes, e no couro cabeludo pode provocar comichão, irritação ou caspa sem que saiba muito bem de onde vem.

A coisa que mais surpreende quem não sabe: com sabão natural também pode lavar o cabelo

Isto choca muito as pessoas na primeira vez que o ouvem, mas é completamente verdade: há sabonetes naturais que há séculos são usados para lavar o cabelo, e na Alma Eko temos vários que funcionam excelentemente para isso.

A diferença com um champô convencional é o formato: em barra, sem embalagem de plástico, muito mais concentrado e com uma lista de ingredientes que cabe em duas linhas. E o resultado, uma vez que o couro cabeludo se adapta (o que geralmente acontece em três ou quatro lavagens), costuma ser muito bom.

O sabão de Alepo é o mais conhecido para isto. Contém azeite e óleo de louro em diferentes percentagens, e dependendo da quantidade de louro, funciona melhor para um tipo de cabelo ou outro. Uma percentagem mais baixa de louro é boa para cabelos secos ou normais; uma mais alta é melhor para cabelos oleosos. É um daqueles produtos que, se experimentar e se adequar ao seu cabelo, nunca mais comprará três frascos diferentes de champô.

O sabão de árvore do chá é outra opção surpreendente: tem propriedades antissépticas e antifúngicas naturais que o tornam muito útil se tiver caspa, comichão persistente ou couro cabeludo com tendência a irritar-se. Muitas pessoas que há anos procuram solução para estes problemas com champôs específicos de farmácia encontram-na aqui.

E o sabão de nogueira é especialmente concebido para couros cabeludos com psoríase ou dermatite, com propriedades anti-inflamatórias que ajudam a acalmar a pele sem a agredir.

Porque é que existe o período de adaptação e como geri-lo bem

Se usa há anos champôs convencionais com silicones e sulfatos agressivos, é provável que ao mudar para um champô vegan natural (ou para um sabão natural) note o cabelo diferente durante as primeiras semanas. Pode sentir o cabelo mais pesado, mais seco, ou que precisa de mais produto do que o habitual para fazer espuma.

Isto tem uma explicação muito simples: o seu cabelo tem um resíduo de silicones acumulado que o champô convencional mascarava, e o champô natural não o cobre, mas sim o vai eliminando. É um processo que pode durar entre duas e quatro semanas, dependendo da quantidade de resíduo e do seu tipo de cabelo, e uma vez que termina, quase toda a gente nota o cabelo mais leve, mais natural e com mais volume.

O truque para passar este período com menos drama: começar com uma lavagem mais frequente nas primeiras semanas, enxaguar muito bem com água fria no final para fechar as cutículas, e ter paciência. A transição vale a pena.

Que champô vegan ou sabão natural escolher consoante o seu tipo de cabelo

Na Alma Eko não temos champôs para todos os gostos ou todos os tipos de cabelo: temos os que acreditamos que realmente funcionam, selecionados com critério. Aqui explicamos um a um:

Se o seu couro cabeludo é sensível, tem comichão, psoríase ou dermatite atópica, o produto que melhor resultado dá nestes casos é o Champô Dermo-Calmante BIO. É formulado especificamente para estas situações, acalma a irritação desde as primeiras lavagens e respeita ao máximo o equilíbrio do couro cabeludo. É o mais valorizado da nossa secção de cabelo por uma razão.

Se o seu cabelo é normal e procura fortalecê-lo e dar-lhe uma hidratação extra, o Champô Cabelo Normal Fortalecedor BIO, com lavanda e manteiga de karité, é uma opção muito completa. A lavanda acalma o couro cabeludo e fortalece o folículo, e o karité hidrata a fibra capilar em profundidade. Para quem procura um champô vegan diário sem complicações, este é um bom ponto de partida.

Se pretende a opção mais minimalista, sem plástico e que sirva para tudo, o Sabão de Alepo é o seu aliado. Serve para o cabelo, rosto e corpo, está disponível em vários tamanhos e percentagens de louro, e uma vez que se habitua a ele, percebe que não precisa de mais. É um dos produtos com mais avaliações positivas de toda a loja.

Se tem caspa, comichão ou couro cabeludo com tendência à irritação ou acne, o Sabão de Árvore do Chá é o que mais gostamos para estes casos. As suas propriedades antissépticas e antifúngicas naturais ajudam a reequilibrar o couro cabeludo de forma progressiva, sem os efeitos secundários dos champôs anticaspa convencionais.

Se tem psoríase ou dermatite seborreica no couro cabeludo, o Sabão de Nogueira é uma opção muito específica e muito bem avaliada. As suas propriedades anti-inflamatórias ajudam a acalmar a pele sem a agredir, e muitas pessoas que o usam notam melhoria desde as primeiras lavagens.

Pode ver toda a seleção de produtos para o cuidado do cabelo no nosso catálogo.

E o condicionador?

Se o seu cabelo é seco, encaracolado, danificado ou simplesmente comprido, um amaciador vegan depois do champô pode fazer muita diferença. Temos duas opções:

O Condicionador Sólido de Thaïs Camila é nutritivo e hidratante, repara as pontas espigadas e reduz o frizz sem silicones nem parabenos. O seu formato sólido não gera plástico e dura muito mais do que parece.

O Condicionador de Amêndoa e Lavanda BIO da Dehesia é mais suave e leve, ideal se o seu cabelo não precisa de tanta nutrição mas sim de uma pequena ajuda para pentear e brilhar.

Mitos sobre o champô vegan que vale a pena esclarecer

"Os champôs vegan não limpam tão bem": sim, limpam igualmente bem, e em muitos casos melhor a longo prazo. A espuma que associamos a "isto limpa de verdade" vem dos sulfatos agressivos, que na realidade limpam em excesso. Um tensioativo suave de origem vegetal limpa o que tem de limpar sem irritar nem ressecar.

"O sabão natural resseca o cabelo": depende completamente do sabão e do seu tipo de cabelo. O sabão de Alepo com base de azeite pode ser mais hidratante do que muitos champôs convencionais, especialmente para cabelos secos. O problema costuma vir de usar um sabão não apto para cabelo ou de não enxaguar bem.

"Vegano significa que serve para qualquer cabelo": o selo vegan não diz nada sobre se o produto é adequado para o seu tipo de cabelo. Tal como com qualquer champô, deve escolher a fórmula de acordo com o que precisa, não de acordo com o que está na etiqueta.

"O período de adaptação é insuportável": pode ser algo incómodo, mas com o produto adequado e um pouco de paciência, a maioria das pessoas ultrapassa-o sem grandes problemas. E o que vem depois vale a pena.

"Um champô mais caro é melhor": nem sempre. O preço de um champô vegan natural nem sempre reflete a qualidade dos seus ingredientes. Um sabão de Alepo de 4€ pode ser mais eficaz para o seu couro cabeludo do que um champô vegan de design de 25€.

Sobre a Alma Eko

Na Alma Eko, cada produto que vê na secção de cabelo está lá porque o revimos, testámos e acreditamos que funciona realmente. Não temos cem opções porque não queremos enchê-lo de dúvidas: temos as que consideramos melhores para cada necessidade, todas vegan, todas sem tóxicos e todas sem embalagens de plástico desnecessárias.

Se não souber por onde começar, a nossa recomendação é o Champô Dermocalmante BIO se o seu couro cabeludo for sensível, ou o Sabonete de Alepo se procura a opção mais versátil e minimalista. Pode ver todo o catálogo de cuidado capilar em almaeko.com.

Perguntas frequentes sobre o champô vegan

1. O champô vegan é melhor para o cabelo do que o convencional?

Não automaticamente por ser vegan, mas porque os champôs vegan bem formulados tendem a dispensar os ingredientes mais agressivos: sulfatos fortes, silicones acumulativos, parabenos. O que importa é a fórmula completa, não apenas o selo. Um champô vegan mal formulado pode ser tão agressivo quanto um convencional.

2. Posso lavar o cabelo com sabonete natural todos os dias?

Sim, com os sabonetes adequados. O sabonete de Alepo, por exemplo, é suficientemente suave para uso frequente sem ressecar o couro cabeludo. A chave está em escolher o sabonete certo para o seu tipo de cabelo e enxaguar muito bem depois.

3. O champô vegan é adequado para o couro cabeludo sensível?

Em geral, é uma opção muito melhor do que os champôs convencionais para o couro cabeludo sensível, porque tende a evitar os ingredientes mais irritantes. Para casos específicos de psoríase, dermatite ou comichão persistente, o melhor é uma fórmula específica como o Champô Dermocalmante BIO.

4. Quanto tempo leva o cabelo para se adaptar?

Entre duas e quatro semanas na maioria dos casos. Se usava champôs com muitas silicones, as primeiras semanas poderá notar o cabelo mais pesado ou diferente enquanto os resíduos acumulados são eliminados. É completamente normal e passa.

5. Preciso de amaciador se usar champô vegan?

Depende do seu tipo de cabelo. Se for seco, encaracolado, comprido ou danificado, um amaciador vegan faz uma grande diferença no resultado final. Se for fino, normal e curto, pode não precisar de mais nada.

6. O sabonete de Alepo serve para o couro cabeludo oleoso?

Sim, especialmente os que têm uma percentagem mais alta de óleo de louro, que tem propriedades reguladoras do sebo. É uma das opções mais populares entre pessoas com couro cabeludo oleoso que procuram uma alternativa natural ao champô convencional.

Se quiser ver toda a seleção de produtos para o cabelo que temos em Alma Eko, dê uma olhada em almaeko.com

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